PREMONIÇÕES TUPINIQUINS
Muita gente brinca de inventar problemas sem deixar pistas para as soluções, enquanto se permuta um auxílio de premeditações para um futuro que você pode construir sem deixar de destruir.
E com alguma razão desconhecida, alguém não permite você de falar sobre cabideiros de suéteres, de húmus de minhocas desfalecidas, de passatempos feitos de aviões de papel, e da conta do mês que venceu ontem.
A gente perde tempo com estorias de um menino que foi morto por uma bala perdida quando soltava pipa na frente da casa, e dá importância ao rei que ordenou que fossem destruídas todas as rocas de tear por que um feitiço de rasgação de seda foi lançado no seu reino.
Um conhecido meu tentou me fazer entender que quem dá valor no dinheiro se dá bem na vida. Mas, desde que me entendo por gente, quem dá valor ao dinheiro são os nossos governantes que elegemos com tanto apreço, apoio e superestimados de interesse. Mas aqui na minha casa tem uma lição: gente bem entendida não mexe com política.
Ainda bem que sou fiel as lições de casa. Porque nunca faltei da escola.
Mas ainda não ensinaram a se permitir debulhar o quebra-cabeça quando este ainda falta a ultima peça para ser encaixada; e numa dessas é que percebemos que somos importantes para todo mundo, mas nem tudo que você pratica se encaixa na importância de quem está montando o quebra-cabeça.
Mas se alguma crença indígena ainda nos ensine a entender porque os injustiçados são pessoas que nunca tiveram sonhos pra realizar, e para quem sabe que é no nascer do sol que as oportunidades começam pensar no destino não é uma opção, é um caminho que curumim que nunca caçou não deve temer soltar a flecha.
E por mais que eu não fale com muitas pessoas sobre como eu acredito que a humanidade vai se transformar nessa rede de interesses que transformam o futuro, posso dizer que ainda não me considero um formador de opiniões mas, se quiser discutir sobre a vida que estamos vivendo, ontem venceu a conta da internet.
Ainda bem que eu paguei.
E aqui que eu transmito as minhas informações.
Daniel Ribeiro #crônica
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