SEGUINDO O CAMINHO SEM VOLTA
As pessoas te olham com estranheza quando não se sentem intimas do seu mundo. Mas que mundo é esse que é preciso invadir pra fazer parte? Entrar a força, tomar conta de um lugar que pode não aceitar um estilo de vida.
Há quem ouse permanecer indo e vindo, tentando falar de outras maneiras de vida. Mas quando a fortaleza é segura e os viventes são fiéis não tem motivos para forjar manobras de convivência. As pessoas são o que aspiram conquistar, mas na maioria das vezes se perdem nas experiencias de vida de outras pessoas, e se confundem com o que irão se tornar posteriormente.
Quando eu saio por ai pra caminhar aos arredores, tentando provar que há benevolência nos corações das pessoas é até plausível perceber as semelhanças nos desejos de tornar a vida do outro melhor. Mas não há paridades. São metas diferentes, sonhos diferentes, propostas diferentes. E não se encontra respeito no que o outro sente. Um pouco de compaixão, talvez.
Mas insistimos em permanecer em paz, mesmo que alguém agite uma guerra de interesses. É sempre permitido ouvir, absorver, meditar; tomar uma ação para si pode provocar rebeliões que não suportam seus ideais.
As pessoas vão continuar olhando torto para você depois que você desistir de agitar o mundo. Então, escolha permanecer imparcial, até alguém entender os seus motivos de desistir de mudar o mundo.
Faça a sua parte. Faça o seu melhor. Seja exemplo para quem não entendeu o que é benevolência, assim talvez possam parar de estranhar e comecem a ser pacificos.
Daniel Ribeiro
#opinião
Há quem ouse permanecer indo e vindo, tentando falar de outras maneiras de vida. Mas quando a fortaleza é segura e os viventes são fiéis não tem motivos para forjar manobras de convivência. As pessoas são o que aspiram conquistar, mas na maioria das vezes se perdem nas experiencias de vida de outras pessoas, e se confundem com o que irão se tornar posteriormente.
Quando eu saio por ai pra caminhar aos arredores, tentando provar que há benevolência nos corações das pessoas é até plausível perceber as semelhanças nos desejos de tornar a vida do outro melhor. Mas não há paridades. São metas diferentes, sonhos diferentes, propostas diferentes. E não se encontra respeito no que o outro sente. Um pouco de compaixão, talvez.
Mas insistimos em permanecer em paz, mesmo que alguém agite uma guerra de interesses. É sempre permitido ouvir, absorver, meditar; tomar uma ação para si pode provocar rebeliões que não suportam seus ideais.
As pessoas vão continuar olhando torto para você depois que você desistir de agitar o mundo. Então, escolha permanecer imparcial, até alguém entender os seus motivos de desistir de mudar o mundo.
Faça a sua parte. Faça o seu melhor. Seja exemplo para quem não entendeu o que é benevolência, assim talvez possam parar de estranhar e comecem a ser pacificos.
Daniel Ribeiro
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