UM PASSARINHO ME AVISOU
Um passarinho me contou que não sabemos para onde vamos até aprender a voar.
Que a construção do ninho é árdua, trabalhosa. tem tempestade, inimigos para atrapalhar.
Outro dia, ele me contou que não faz questão de voar sozinho para encontrar um lugar, ou um repouso, mas que na hora da imigração, é bom procurar um bando e não voar sozinho.
As vezes procuramos ajuda onde não vamos encontrar, as vezes é preciso aceitar que sua intuição está enganada, que onde você se perdeu é onde você vai se encontrar. Não precisa ir muito longe quando a questão é construir uma fortaleza. Você sabe muito bem os recursos, mas não pode proteger sozinho se não tiver que opere a sua iniciativa.
Estamos sempre cheios de ideias, queremos sempre o melhor para quem está próximo da gente, para quem queremos cuidar, e na maioria das vezes, num excêntrico olhar egoísta, só para nós mesmos. Talvez, um erro. Talvez, um dos nossos maiores medos. Mas sim, somos num ínfimo limiar do toque da carruagem, um cavalo de olhos semi-tapados que só olha para frente, um ser inquebrantável de egoismo.
E na medida que nos comportamos como tal, não vemos que estamos cada vez mais ficando enfraquecidos, que nossos músculos não suportam a pressão do peso que vem em nossas costas, e no fim do dia, nem todo descanso pode recuperar as nossas forças para a próxima carga que virá. E então, acabamos esmorecendo.
Ouvir os passarinhos é escutar quem a gente deixou voar para encontrar seu rumo, e quando voltou trouxe as lições que você pode aprender quando quiser bater as asas por aí, encontrar seu próprio caminho. Se esconder por muito tempo não te deixa margem para um voo seguro; talvez você já saiba voar, mas não se esqueça de procurar um bando.
Um passarinho me avisou que está chegando o tempo de construir uma fortaleza, para que a tempestade não derrube as nossas aspirações.
Com certeza, aprendi uma canção para ser passada para as próximas gerações.
Daniel Ribeiro
#cronica
Que a construção do ninho é árdua, trabalhosa. tem tempestade, inimigos para atrapalhar.
Outro dia, ele me contou que não faz questão de voar sozinho para encontrar um lugar, ou um repouso, mas que na hora da imigração, é bom procurar um bando e não voar sozinho.
As vezes procuramos ajuda onde não vamos encontrar, as vezes é preciso aceitar que sua intuição está enganada, que onde você se perdeu é onde você vai se encontrar. Não precisa ir muito longe quando a questão é construir uma fortaleza. Você sabe muito bem os recursos, mas não pode proteger sozinho se não tiver que opere a sua iniciativa.
Estamos sempre cheios de ideias, queremos sempre o melhor para quem está próximo da gente, para quem queremos cuidar, e na maioria das vezes, num excêntrico olhar egoísta, só para nós mesmos. Talvez, um erro. Talvez, um dos nossos maiores medos. Mas sim, somos num ínfimo limiar do toque da carruagem, um cavalo de olhos semi-tapados que só olha para frente, um ser inquebrantável de egoismo.
E na medida que nos comportamos como tal, não vemos que estamos cada vez mais ficando enfraquecidos, que nossos músculos não suportam a pressão do peso que vem em nossas costas, e no fim do dia, nem todo descanso pode recuperar as nossas forças para a próxima carga que virá. E então, acabamos esmorecendo.
Ouvir os passarinhos é escutar quem a gente deixou voar para encontrar seu rumo, e quando voltou trouxe as lições que você pode aprender quando quiser bater as asas por aí, encontrar seu próprio caminho. Se esconder por muito tempo não te deixa margem para um voo seguro; talvez você já saiba voar, mas não se esqueça de procurar um bando.
Um passarinho me avisou que está chegando o tempo de construir uma fortaleza, para que a tempestade não derrube as nossas aspirações.
Com certeza, aprendi uma canção para ser passada para as próximas gerações.
Daniel Ribeiro
#cronica
Baita texto! Parabéns
ResponderExcluirObrigado, Super Mulher Maravilha!!!
ExcluirContinue acompanhando!!