CONEXÃO DE SENTIMENTOS
Eu conheci pessoas.
Algumas importantes, entre as mais ilustres entre as mais humanas. eu pude aprender um pouco do que sou.
Não apenas porque há algo de ruim na realidade, mas quando somos impotentes em nossas considerações nos envolvemos com sentimentos que não nos pertencem.
O medo de ficar ausente, solitário, perdido dá lugar a uma imensa virtude de saber que ainda somos vistos com bons olhos por alguém.
É possível não tremer diante da imensidão do seu alcance, disto tudo que praticamos em nossas plataformas de seguranças, em que aprendemos o que é real e o que não vemos no nosso círculo de fantasias, onde se encontram pessoas invisíveis a uma realidade que não a pertence, e ficamos indignados com tantos tapa olhos.
Sentimos parte de uma família que não é a nossa, dividimos confissões que nem aos familiares, ou amigos mais presentes nós tenhamos confiança, ouvimos que nada faz parte da nossa crença verdadeira quando se compartilha uma história fora do que vivemos, mas tudo faz parte dessa sensação de estar presente na vida de quem um dia precisou de uma atenção a mais, mas que não foi encontrada nas boas intenções de quem uma vez foi querido, mas o conforto se fez maior nessa loucura que é confiar sem existir tato, mas sentir com a alma.
A desconfiança quase não existe mas é possível existir uma cobrança de momentos que você pode trazer ao meio com a certeza que nada além de sensibilidade e empatia sejam as sensações transmitidas. É portanto como uma chave que abre as portas, um tempero que aprimora a refeição. Coisas que você pode contar como se fosse uma invenção dos pensamentos, mas que ali, na outra extensão está a verdadeira cumplicidade do que chamamos história de vida.
Mas são histórias.
Que nenhuma estória, ou conto de fadas, pode mudar o destino.
Porque mesmo sendo virtual, não deixa de ser verdadeiro.
Daniel Ribeiro
Algumas importantes, entre as mais ilustres entre as mais humanas. eu pude aprender um pouco do que sou.
Não apenas porque há algo de ruim na realidade, mas quando somos impotentes em nossas considerações nos envolvemos com sentimentos que não nos pertencem.
O medo de ficar ausente, solitário, perdido dá lugar a uma imensa virtude de saber que ainda somos vistos com bons olhos por alguém.
É possível não tremer diante da imensidão do seu alcance, disto tudo que praticamos em nossas plataformas de seguranças, em que aprendemos o que é real e o que não vemos no nosso círculo de fantasias, onde se encontram pessoas invisíveis a uma realidade que não a pertence, e ficamos indignados com tantos tapa olhos.
Sentimos parte de uma família que não é a nossa, dividimos confissões que nem aos familiares, ou amigos mais presentes nós tenhamos confiança, ouvimos que nada faz parte da nossa crença verdadeira quando se compartilha uma história fora do que vivemos, mas tudo faz parte dessa sensação de estar presente na vida de quem um dia precisou de uma atenção a mais, mas que não foi encontrada nas boas intenções de quem uma vez foi querido, mas o conforto se fez maior nessa loucura que é confiar sem existir tato, mas sentir com a alma.
A desconfiança quase não existe mas é possível existir uma cobrança de momentos que você pode trazer ao meio com a certeza que nada além de sensibilidade e empatia sejam as sensações transmitidas. É portanto como uma chave que abre as portas, um tempero que aprimora a refeição. Coisas que você pode contar como se fosse uma invenção dos pensamentos, mas que ali, na outra extensão está a verdadeira cumplicidade do que chamamos história de vida.
Mas são histórias.
Que nenhuma estória, ou conto de fadas, pode mudar o destino.
Porque mesmo sendo virtual, não deixa de ser verdadeiro.
Daniel Ribeiro
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